O SIGNIFICADO DAS VESTES - RESUMO


“Alegremo-nos, exultemos e demos glória a Ele, porque chegou a hora das bodas do Cordeiro e sua noiva já está preparada. Para vestir-se, foi-lhe providenciado linho fino, puro e resplandecente. O linho fino representa [ou “resultam dos”] os atos de justiça dos santos.” (Ap. 19:8-9)

O texto acima diz como a noiva [a igreja] deve estar adornada [embelezada, atraente] para encontrar-se com o noivo JESUS. E para tal ocasião foi providenciado uma linda vestimenta. A vestimenta, por si só, serve para cobrir partes do corpo, principalmente as vergonhas. As vestes [roupas] podem ser de diversos modelos ou materiais. Se observarmos, o mesmo capítulo dezenove diz que a grande prostituta, que corrompia a terra, foi condenada. Logo, podemos dizer que há um contraste, pois existem vestes de noiva e de prostituta, atos de justiça e atos de injustiça. E todos aqueles que procederem com uma vida corrupta, sem os parâmetros da Palavra de Deus, serão condenados juntamente com a meretriz. Precisamos nos manter incontamináveis do mundo, com procedimento irrepreensível, incontaminado, puro (II Ts. 5:23). Assim cada um anda [obra] de acordo com as vestes que lhe foi providenciado [previsto, anunciado antecipadamente]. Desta maneira, o mundo promove grandes eventos Fashion week para enganar e seduzir a muitos a se ataviarem com suas obras (Gl. 5:19-21), principalmente os incautos, aqueles que não tem cautela, imprudente (II Pe. 2:18-19).

Apesar de nascermos em pecado (Sl. 51:5; Rm. 3:23), Deus nãos nos designou [não deseja] que experimentemos sua ira (I Ts. 5:9), fomos criados em união com o Messias Yeshua para a vida de boas ações já preparadas por Deus para serem realizadas por nós (Ef. 2:10). Essas boas ações está vinculada a uma vida relacionada com o Espírito Santo. Isto ocorre quando nos tornamos nova criatura. A “velha roupa”, não se usa mais. As coisas velhas já passaram e tudo se faz novo. Novas ações, novas obras, nova roupa! (II Co. 5:17; Ef. 2:1-5).

Logo, se de verdade estivermos vestidos, não seremos surpreendidos sem roupa e naquele grande dia seremos revestidos pela vida em Cristo, da imortalidade, para a Glória de Deus (II Co. 5:3). A obra de Cristo na cruz nos deu condição de uma nova “veste” para ministrar santidade e justiça, através do amor, a outros. Fomos feitos um reino de sacerdotes para serviço dos homens (Ap. 5:10). Para isso precisamos conhecer a quem adoramos. Assim, nos tornaremos mais semelhantes a Ele para realizar a sua obra nesta terra (Sl. 115:8; Jo. 4:34).

"Toda Escritura é inspirada por Deus e proveitosa para ministrar a verdade, para repreender o mal, para corrigir os erros e para ensinar a maneira certa de viver; a fim de que todo homem de Deus tenha capacidade e pleno preparo para realizar todas as boas ações.” (II Tm. 3:16)
          
        Para este ofício, no serviço que prestamos, precisamos estar vestidos, como já comentado. Contudo, voltemos ao Antigo Testamento para entender o porquê que Deus deu a orientação a Moisés das vestimentas sacerdotais.
             
        As vestes representam dignidade e honra (Êx. 28:2, 40-43). A veste sacerdotal continha inúmeros detalhes com uma representatividade espiritual. O peitoral, o colete sacerdotal, manto, a túnica bordada, o turbante e o cinturão (Êx. 28:4). Sem o uso dessa vestimenta, era impossível ministrar [ou servir] ao Senhor no ofício sacerdotal. Eles haviam sido consagrados para isso, banhados em água e ungidos para servir o povo (Lv. 8). Contudo, gostaria de destacar um detalhe desta vestimenta, a túnica branca de linho fino.

·      Branco: representa a pureza e santidade. Assim como nosso Deus é puro, pois nele não há mal algum (I Jo. 1:5). Os seres celestiais vestem-se de linho fino branco (Mt. 28:3; Ap. 19:4). Na transfiguração de Jesus (Mc. 9:3); Os que lavaram suas vestes no sangue do Cordeiro (Ap. 7:13).

·         Linho fino: representa o Senhor Jesus, como aquele que é “a nossa justiça” (Jr. 23:6; I Co. 1:30-31; II Co. 5:21 e Ap. 19:8-9).


      JESUS se identificou tanto com o pecado da humanidade, que mesmo sem pecar, Ele cumpriu a toda Lei de seu Pai, sofreu em seu corpo a consequência do pecado da humanidade. Ele suportou todo castigo que merecíamos (Is. 53:6). Desta maneira nos outorgou sua justiça (Rm. 5:1), e por meio dela, a plena reconciliação com Deus (II Co. 5:19). 


João 10 - Os dois maiores perigos da RELIGIÃO:

>> Hipocrisia = falsidade (um ator); fingido

>> Equívoco (ou interpretação errada) de quem Deus é = um deus idealizado, desfigurado e incompleto

Jesus aparece mais uma vez combatendo a religiosidade dos fariseus, homens que tinham o conhecimento da letra da Torá, porém estavam cegos e sem a revelação do Messias, Jesus. Os profetas no passado predisseram estes dias, anunciaram a vinda do Messias, porém a classe religiosa estava cega em suas tradições. O discurso de Jesus em Mateus 23:13,16-26, fica evidente a cegueira espiritual dos fariseus. Como diz a escritura: “A letra mata, mas o Espírito vivifica” (2 Co. 3:6). A “letra” representa o ministério da morte gravado com letras em pedras dado ao povo de Israel através de Moisés. O “Espírito” representa a Nova Aliança de Cristo, revelada através do Espírito Santo e escrita em nossos corações (2 Co. 3:3,4,6,8). O Velho e Novo Testamento se complementam. A lei aponta para Cristo (Rm. 8:30), a Lei é santa, perfeita e o mandamento santo, justo e bom (Rm. 7:12), a Lei é boa (1 Tm. 1:8). E por fim, o próprio Senhor Jesus declara que não veio revogar ou anular a Lei, a Torá (Mt. 5:13-20), mas cumpri-la. E ainda diz mais aos discípulos, vós sois a LUZ do mundo. Em outras palavras, brilhe resplandeça a Glória de Deus, a vossa luz para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem o vosso Pai que está nos céus.  A “letra” e “Espírito” são elementos essenciais na vida do cristão. Se você for no culto que somente há palavra sem a presença do espírito, o culto torna-se vazio, sem vida. Ou, quando você participa de uma reunião onde há suposto mover do espírito sem palavra, você incorre no erro de ser levado pelas emoções. Daí surgem os enganos, erros doutrinários, ventos de doutrinas (Ef. 4:14). E aqueles que detém o “poder”, as escrituras, de onde deve sair a instrução (Ml. 2:7; Jr. 8:8), o conhecimento, flui água amarga, pode porventura de uma mesma fonte jorrar água doce ou amarga? (Tg. 3:11). Os fariseus agiam assim. Eram cegos guiando outros cegos (Mt. 15:14). Contra essa classe religiosa Jesus se deparou. No capítulo 8, Jesus disse-lhes que desconheciam a Abraão. Pois se conhecessem a Abrão reconheceria a Jesus também, pois ele é a luz do mundo (Jo. 8:12-14). No capítulo 9, o ex-cego estranha o desconhecimento de Jesus, visto eles disserem ter conhecimento de Moisés (v. 28-30), no capítulo 10 jesus chama os fariseus de mercenários, no cap. 11 relata a ressurreição de Lázaro. No capítulo 12, os fariseus deliberaram matar a Jesus.

Os fariseus eram incapazes de reconhecerem o amor de Deus na Lei, pois o próprio Jesus declarou que os mandamentos resumem-se em dois: amar a Deus e ao próximo (Mt. 22:34-40). As mesmas palavras ditas por Moisés no livro de Deuteronômio capítulo 6 versos 5 a 9 e 1 João capítulo 4.  O Ap. Paulo ressalta o amor como caminho mais excelente, o Dom Maior (1 Co. 13). E este mesmo amor cobre multidões de pecados (I Pe. 4:8). A igreja de Cristo será conhecida pelo AMOR (Ef. 4:1-6; Rm. 12:20).

Nós estávamos cegos no passado em nossos pecados (Ef. 2:1-8), o Deus desse século tem o poder de cegar (2 Co. 4:4) os incrédulos para que não tenham conhecimento do evangelho para que não resplandeça a LUZ. Mas a religiosidade também cega, o simples saber ensoberbece, mas o amor edifica (1 Co.8:1). Jesus diz mais: “Convém que eu faça as obras daquele que me enviou, enquanto é dia ...” – Jesus lança uma palavra profética, o dia, é o período da graça onde cegos espirituais tem sido curados pelo poder do evangelho. Coxos, aleijados, mancos e enfermos tem sido restaurado pelo poder de Deus em sua Palavra (Lc. 4:18-19). E qual o papel da Igreja?  


Em todo o livro de João, observa-se o esforço de João em demonstrar que Jesus era o Cristo. Fica explícita a divindade de Jesus Cristo, porém os fariseus não reconheciam como tal devido a religião. Poderíamos abrir o livro de João com a seguinte pergunta: Quem pensais do Cristo? (Mt. 22:42)

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Bezalel e Aoliabe


Artesãos como ofício, pouco mencionados na bíblia, porém com grande destaque na construção do Tabernáculo. Não para os homens, até porque as peças fabricadas não eram vistas por todas as pessoas. As peças eram vistas somente pelos levitas e sacerdotes. Era uma arte não para atrair espectadores, mas para atrair a glória de Yahweh. O que contraria o objetivo da arte. Arte segundo, o site significados.com.br, é a atividade humana ligada a manifestações de ordem estética, feita por artistas a partir de percepção, emoções e ideias, com o objetivo de estimular esse interesse de consciência em um ou mais espectadores, e cada obra de arte possui um significado único e diferente. Em suma é o que a Palavra diz: fruto da imaginação humana (At. 17:25-29). Neste texto Paulo, quando estava em Atenas, no Areópago, fez um grande discurso para apresentar aos atenienses o DEUS DESCONHECIDO, dizendo que a essência divina jamais poderia ser semelhante à imagem de ouro, prata ou pedras moldadas pela técnica e imaginação do homem. Mas o que isto tem haver com os artistas Bezalel e Aoliabe e suas obras? O que difere as artes dos artífices atenienses dos artífices do Tabernáculo de Moisés? Diferente dos artífices atenienses, Bezalel e Aoliabe confeccionaram as peças do Tabernáculo de acordo com a ordem da revelação divina no monte Sinai. Todos os detalhes da construção do Tabernáculo foram passados a Moisés concluído com a entrega dos Dez Mandamentos (Êx. 25 a 31).

 “Farás tudo de acordo com o modelo do Tabernáculo e as instruções para a mobília que Eu te revelar” (Êx. 25:9).

Além do mais Yahweh, quando se revelou ao próprio Moisés o exortou para que tais obras não fossem fabricadas por contrariar os princípios bíblicos, que é idolatria (Êx. 20:4; Dt. 4:9-20). Lembre-se Deus é criativo, criador, Elé é Elohim. Tudo quanto foi criado deve lembrar a Deus. Com o Tabernáculo não foi diferente. Deus queria habitar no meio do povo e ser eternizados em seus corações (Êx. 25:8).

O Tabernáculo com todos os seus utensílios tinha um único objetivo, revelar Jesus. Em cada peça construída para o ofício sacerdotal, havia um propósito litúrgico e profético. Isto era um mistério para eles. Estava totalmente oculto a seus olhos, mas que agora está manifesto a todos os santos que somos nós, a igreja (Cl. 1:26; Rm. 11:25; Ef. 1:9 e 3:8-9).
Inicialmente, estes dois homens, Bezalel e Aoliabe, estavam envolvidos na construção do Tabernáculo. Bezalel (Êx. 31:1-5 e 35:30-35 ERA), um homem cheio de habilidade, inteligência, conhecimento e capacidade artística. Ele era um homem cheio do Espírito de Deus, com uma visão do plano de Deus em seu coração: “ (Êx. 35:34). No significado de seu nome vemos que a mão de Deus estava sobre ele. Sempre que Deus chama uma pessoa pelo nome, está expressando uma verdade espiritual. Nomes divinamente dados são expressões da natureza e propósito de um indivíduo. Este princípio é demonstrado em Hb. 7:2. A interpretação do significado de um nome revela o caráter e a mensagem ocultos no nome.

Deus disse a Bezalel: “Eu escolhi Bezalel, filho de Uri, filho de Hur, da tribo de Judá (Êx. 31:2). Bezalel significa “a sombra de Deus” ou “Deus é a minha proteção”. Ele era descendente de Calebe (I Cr. 2:19-20).

O outro envolvido na edificação do Tabernáculo se chama Aoliabe (Êx. 31:6 e 35:34-35). Ele também era um homem hábil, cheio de sabedoria. Seu nome significa “Tabernáculo ou Tenda de meu Pai”. Nomes sugestivos, pois Jesus tabernaculou entre nós (Jo. 1:14) e nos fez morada, templos do Espírito Santo (I Co. 3:16). Entende a ideia? O nome é muito mais que um identificador, os nomes na antiguidade tinham significados especiais. Os nomes na antiguidade tinham relação com as circunstâncias do nascimento, do local, da aparência da criança, etc. Às vezes, o nome relacionava-se com o futuro da criança, é o caso dos nomes proféticos. Muitas vezes, o nome representava a personalidade do indivíduo. Assim, o nome da pessoa era algo muito importante, digno de honra, pois representava o caráter do indivíduo, isto é, o próprio indivíduo. No livro de Isaías capítulo 49, versos 1 e 2, observa-se a missão de Jesus na terra, por isso seu nome é JESUS, Yahweh é salvação. Nós, gentios, escolhemos nomes sem esta percepção de significados. O próprio Deus mudou o nome de Abrão para Abraão, Jacó para Israel, Saulo para Paulo e etc. Posso te garantir que não foi à toa que ocorreram as mudanças de nomes. Seus nomes estavam ligados ao propósito que Deus tinha para suas vidas. Com Bezalel, não foi diferente. Seu nome revela o propósito de Deus para sua vida, era a razão do seu viver. Vejamos:

Bezalel era da tribo de Judá, que significa “louvor”. Tribo que descende o Cristo, o Leão da Tribo de Judá, que detém o cetro que regerá todas as nações da terra (Gn. 49:9-10; Ap. 5:5). Tendo como significado de seu nome “sombra de Deus”, ou seja, uma tipologia onde as obras do Tabernáculo eram “sombras” para anunciar uma realidade em Cristo. Por exemplo, a sombra de qualquer corpo (ou objeto) é a interceptação da luz por este mesmo corpo. Isto quer dizer que a sombra é a prova real de que existe um corpo, ou seja, uma realidade. O Tabernáculo com seus utensílios era uma sombra que aponta para uma realidade em Cristo Jesus. Em cada utensílio existe uma revelação em Cristo e um ensinamento para a igreja. O autor aos hebreus diz que a lei tem sombra dos bens vindouros, não a imagem real das coisas. Os sacrifícios do passado jamais poderiam aperfeiçoar os ofertantes. Mas hoje, pela graça, o sangue de Cristo pode nos aperfeiçoar (Hb. 10:1). Com este entendimento de sombra e realidade, observe o espírito que “ungiu” (quer dizer separado) Bezalel e Aoliabe.

O Espírito de Deus é santo e criativo. Segundo a tradução da bíblia judaica, em Bezalel estava o espírito de sabedoria, entendimento e conhecimento. São coisas distintas e profundas. São três dos sete espíritos que ungiu JESUS (Is. 11:1-2; At. 10:38), que assistem diante do Trono de Deus (Ap. 1:4) e que está à disposição da igreja.

Parafraseando, além dos objetos criados por esses homens apontarem para Cristo, podemos dizer que Bezalel e Aoliabe eram também uma tipificação do Espírito Santo de Deus.

Os materiais usados na construção do Tabernáculo, e trabalhados por estes homens, eram de:
  

  1  - Material de origem mineral: ouro, prata, bronze e pedras preciosas.

Ouro: Tanto no Antigo como no Novo Testamento, o ouro sempre está relacionado à divindade, à natureza divina, santidade, para a glória de Deus e de Deus Pai. Alguns dos objetos sagrados eram revestidos de ouro. A tiara usada pelo Sumo Sacerdote era feita de ouro com a descrição SANTIDADE AO SENHOR (Êx. 28:36-38). Jó entendeu que, quando provado pelo Senhor, seria como o ouro (Jó 23:10).
O ouro é o revestimento do Espírito Santo. Simboliza uma vida de santidade ao Senhor, de ausência de pecado. Ou seja, nossa natureza humana [madeira de acácia] (Rm. 7:18-20) precisa e deve estar subjugada ao Espírito Santo afim de frutificar os frutos do espírito descrito no livro de Gálatas capítulo 5 versos 16 a 26. A inclinação para o espírito produz vida e paz (Rm. 8:6).

Prata: Esse metal precioso relaciona-se com a redenção, com a expiação, com o valor do resgate e com Deus, o Filho. Esta relação se torna evidente no preço pago pela traição de Jesus, nosso resgatador (Êx. 30:11-16; Zc. 11:12-13 e 1 Pe. 1:18-20).

Bronze: Esse metal simboliza poder e juízo contra o pecado, e está relacionado ao Espírito Santo de Deus. Deus declara que se nós não atentarmos para sua voz, o céu sobre nossas cabeças será como bronze (Dt. 28:13-23), expressando o juízo de Deus sobre o homem. Se nós não atentarmos para a sua voz, Ele não atentará para a nossa voz.
A bacia no átrio do Tabernáculo era confeccionada de bronze para lavagem dos sacerdotes (Êx. 30:18-20). Antes de ministrar na casa de Deus é necessário que o sacerdote [Igreja] se lave com a água da Palavra para que não morra (Ef. 5:26). O ofício sacerdotal profético da Igreja não antecede o lavar regenerador da Palavra. É necessário o conhecimento do único e verdadeiro Deus. (Jo. 4:22, 8:32 e 14:21).

Pedras Preciosas: As pedras preciosas deveriam ser utilizadas principalmente nas vestes sacerdotais representado os vários dons do Espírito Santo, a glória dos santos, as riquezas pertencentes ao povo de Deus e os atos de justiça dos filhos de Deus. Elas dão testemunho tanto da Palavra quanto do Espírito (I Jo. 5:6-11; 1 Co. 3:9-17; Ap. 21:18-20)


  2  - Material de origem vegetal: linho fino, madeira de acácia, óleo para iluminação, especiarias para o óleo da unção e especiarias para o incenso aromático.

Linho fino: Ap. 19:7-8, menciona claramente que o linho fino “são os atos justos dos santos”. Os santos, contudo, somente experimentam essa justiça quando se revestem de Cristo. Assim, esse elemento representa primeiramente a justiça de Cristo (veja também Ap. 15:5-6).

Madeira de acácia: uma madeira durável. A Septuaginta traduz como “incorruptível” o “não deteriorável”. Como a madeira é produzida na terra, ela revela a natureza humana de Cristo. A madeira de acácia ou madeira incorruptível está relacionada à humanidade incorruptível, sem pecado, do Senhor Jesus Cristo, que é o “renovo [ramo novo] justo”. Da mesma forma está relacionada ao seu corpo redimido, a Igreja (Ef. 1:4-10).

Óleo para iluminação: O óleo sempre simboliza o Espírito Santo. Aqui ele é usado para iluminação. Cabe o Espírito Santo iluminar nossos olhos para a Palavra de Deus (I Jo. 2:20, 27; Jo. 1:41).

Especiarias para o óleo da unção: A unção com óleo revela a ação do Espírito Santo nos ungindo para o ministério. As especiarias, portanto, referem-se ao dons, caráter, fruto e outras ações do Espírito Santo (I Jo. 2:20,27; Gl. 5:22-23 e Ct. 4:16).

Especiarias para o incenso aromático: O incenso simboliza a oração, que chega ao Senhor como incenso (Sl. 141:2). As especiarias para este incenso aromático representam os vários aspectos ou tipos de oração: intercessória, de louvor e de adoração a Deus.


  3 - Material de origem animal: tecido azul, tecido roxo ou púrpura, vermelho (obtido de vermes e insetos), pêlos de cabra, peles de carneiro tingidas de vermelho e couro.

  Tecido azul (obtido de moluscos): Representa a cor do céu. Na Palavra de Deus o azul também é a cor celestial. Se fôssemos designar uma cor para cada evangelho, o evangelho de João certamente seria a zul, pois apresenta Cristo como o Senhor que veio dos céus (Êx. 24:10; Ez. 1:26; e I Co. 15:47-49).

Tecido roxo ou púrpura (obtido de moluscos): Esta era a cor mais preciosa dos tempos antigos e referia-se à nobreza ou reino. A cor púrpura seria adequada para o evangelho de Mateus, que apresenta Jesus como rei (Lc. 16:19, Jz. 8:26 e Jo. 19:1-3).

Vermelho (obtidos de vermes e insetos): Vermelho é a cor do sangue e lembra sacrifício. Essa cor se refere à obra redentora de Cristo ao oferecer sua vida em sacrifício, derramando seu sangue pelos pecados de muitos (Lv. 17:11 e Is. 1:18). Vermelho seria a cor do evangelho de Marcos, que retrata o sofrimento sacrificial de Cristo.

Pêlos de cabra: Cabras eram usadas basicamente como oferta pelo pecado no Antigo Testamento. Assim, a cobertura feita de pelos de cabra refere-se ao pecado (Lv. 4:22-29 e 16:15-16).

Peles de carneiro tingidas de vermelho: O carneiro, assim como o cordeiro, era um animal de sacrifício. Abraão ofereceu um carneiro no lugar de seu filho Isaque. As peles de carneiro referem-se à consagração, dedicação e substituição (Gn. 22:13; Êx. 29).

Couro (possivelmente de animais marinhos): O couro desses animais não tem grande valor. Era usado na parede externa do Tabernáculo para protege-lo. Se um observador olhasse para o Tabernáculo teria essa fissão. Se relacionarmos o couro desses animais a Cristo, encontraremos a humanidade de Cristo. O couro aponta para se corpo terreno, sem qualquer majestade ou beleza para nos atrais. A beleza de Cristo estava em seu interior. Não em sua aparência externa (Is. 52:14 e 53:1-3).

Agora te pergunto: Será que Bezalel e Aoliabe sabiam o significado de suas obras? Claro que não. Porém eles a realizaram por meio da Fé, pois creram na palavra dita por Deus à Moisés Rm. 10:17.

Assim como Bezalel e Aoliabe talharam e teceram as peças do Tabernáculo, o Espírito Santo deseja “talhar” e “tecer” a vida do homem. Deus quer fazer “cortes” no coração do homem. Tais cortes não são para destruição, mas causam dores e feridas, como diz as Escrituras: “Leais são feridas daquele que ama [...]” (Pv. 27:6), porque gera renúncia (Mt. 16:24-27).

A Palavra de Deus confronta o “Eu”, a natureza humana, confronta valores adquiridos durante anos que tínhamos como certo por não ter os parâmetros da Palavra de Deus. A Palavra de Deus penetra no mais profundo do coração humano a ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas. De fato, ela é mais cortante do que uma espada de dois gumes (Hb. 4:12) que faz o homem confessar seus pecados, arrepender-se da velha vida (II Co. 5:17; Ef. 2:1-3) e seguir a Cristo (Mt. 11:27-30).

O Espírito Santo [Bezalel e Aoliabe] quer tecer a vida do homem, ou seja, entrelaçar o homem com Deus, para que possam se tornar uma única vestimenta, unidos pela Aliança Eterna (I Co. 11:23-27). A Palavra diz que aquele que se une ao Senhor torna-se um só espírito com Ele (I Co. 6:17), guiado pelo Espírito Santo (Jo. 3:8), participante de uma herança eterna, uma pátria celestial.

Certamente o Senhor já sabe o que fazer com sua vida. Ele já sabe qual peça ou utensílio você se tornará para manifestar a glória de Deus por onde quer que andares. Este era o mistério que estava oculto na criação dessas peças. Porém, nos foi manifesta em Cristo Jesus.

“O mistério que esteve oculto durante séculos e gerações, mas agora foi revelado aos seus santos, a quem Deus, entre os que não são judeus, aprouve dar a conhecer as riquezas da glória deste mistério, isto é, Cristo em vós, a esperança da glória! A Ele, portanto, proclamamos, aconselhando e ensinando a cada pessoa, com toda a sabedoria, para que apresentemos todo homem perfeito em Cristo. E para cumprir esse propósito, eu me esforço arduamente, lutando conforme o seu poder que opera eficazmente em mim” (Cl. 1:26-29).

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Revela-nos quem Tu És

Deus [Yahweh] nestes últimos dias tem despertado o remanescente fiel de sua igreja à estabelecerem Torres de Oração nos quatro quantos de nosso Brasil, ou melhor, em todos os quadrantes da terra... Yahweh, o Pai da Glória de nosso Senhor Jesus Cristo, tem nos concedido [Igreja] pelo seu espírito de sabedoria e revelação, a visão dos mistérios e segredos da profunda intimidade do conhecimento d'Ele de maneira grandiosa (Ef. 1:17). Isto tem nos proporcionado o conhecimento de quem nós [Igreja] somos e a autoridade a nós conferida. Jesus declarou: "Tu és Pedro [a grande pedra, a rocha], onde eu construirei, estabelecerei, minha igreja, e as portas do hades, os poderes das regiões infernais, não devem dominar." (Mt. 16:18). A Igreja foi redimida e lavada no Sangue de Jesus para realizar Sua obra, ou seja, somos o Corpo de Cristo em atuação na terra. A Igreja é coluna e baluarte da verdade, portadora da verdade e do amor do nosso Deus. Sem a Palavra da Verdade não há confissão, remissão de pecados e muito menos salvação. A Palavra é o fundamento, é luz em meio as trevas, é lampada para os nossos pés é o 'combustível' de nossa Fé. Através dEla temos a consciência de que fomos ressuscitados com Cristo, e com Ele nos entronizou nos lugares celestiais para nos revelar nas eras vindouras a suprema riqueza da sua graça, por intermédio de sua bondade para conosco em Cristo Jesus. Somos salvos pela graça para vivermos em boas obras sob a perspectiva de Deus por intermédio do Espírito Santo. (Ef. 2:6-10).
Portanto, manifestemos essa maravilhosa graça à toda nação estabelecendo torres de oração em casa, na igreja, nas comunidades, etc. Levantemos o incenso da oração, o clamor pelos pecados da nação brasileira, o clamor dos cativos de nossa terra para que o Brasil reconheça JESUS como seu salvador.

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CORAÇÃO ENGANOSO (2ª PARTE)


Ok! Mas... E o coração?? Qual é a doença incurável? Tais palavras foram ditas por Deus a Israel, que estavam distantes do caminho e ensinos do Senhor. Além disso, Ele diz mais: “O Pecado de Judá está escrito com um estilete de ferro; com ponta de diamante está gravada na tábua do seu coração e nas pontas dos seus altares.” (Jeremias 17:1). Isto nos mostra o quanto terrivelmente o povo de Judá desviou-se do Caminho de Yahweh. O exílio para o cativeiro babilônico estava decretado, era apenas uma questão de tempo...

O coração nos induz a injustiça quando não temos a Palavra de Deus como fundamento de nossas vidas. As escolhas erradas, os pensamentos malignos, os conselhos enganosos, os desejos carnais, etc, são frutos de um coração contaminado pelo pecado. O pecado tem o poder de obscurecer o entendimento e nos fazer pensar que a prática do erro se torne algo comum – “Imagina o tolo, insensato, em seu coração [íntimo]: ‘Deus não existe!’ Corrompem-se e praticam iniquidade; já não há quem faça o bem.” (Sl. 53:1). Logo, a doença é o pecado, que o torna incurável quando o homem permanece distante de Deus. O coração humano é terrivelmente mal, pois dele procedem os maus intentos, homicídios, adultérios, imoralidades, roubos, falsos testemunhos, calúnias, blasfêmias e são essas coisas que corrompem o indivíduo. (Mt. 15:19-20)

                Apesar disso tudo, Yahweh sara os quebrantados de coração (Sl. 147:3), derrama sobre eles o bálsamo de cura (Jr. 8:22) a todo aquele que Nele crer. Não é à toa que Davi suplica nos Salmos um novo coração, como o de Yahweh, um coração puro (Sl. 51:10), um coração cheio do seu amor, para amar Sua Palavra, que aceite os seus juízos, que submeta-se à Sua vontade, que guarde os seus mandamentos, que O ame com toda intensidade, assim como o seu próximo. Capaz de cobrir qualquer transgressão para promover a reconciliação e perdão, recebido pelo nosso Deus.

Queres ter um coração como o de Yahweh? Permita que que Ele te conduza a verdade, guarde Seus mandamentos e viva-os dia após dia....

PAZ!!!

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